30.3.13

Ementa da pernoite



Talvez eu não seja feita pra pensar
Mas pra sentir amiúde, essa erosão
Que o tempo não cura
Só esconde, entrementes, só disfarça
tic, tac, tic, tac, tic,
taquicardia,
tic, tac, tic, tac, tique, mania
E de repente,
trim, trim, trinca
Desperta a dor
Hora de a cor dar, vermelha, aos lábios
Doravante, de acordar




L.M.
26/03/13

4 comentários:

Gustavo Zicatti Raimundo disse...

gostei...

DE-PROPOSITO disse...

Que o tempo não cura
---------
Não há dor, por mais forte que seja que o passar do tempo não atenue.

Felicidades

RenatinhaFaria disse...

adorei, você que fez ?

eu tb tenho um blog sobre crônicas do cotidiano http://renatapiresfaria.blogspot.com.br/

elza aires disse...

hospedagem de sites